quarta-feira, 7 de julho de 2010

domingo, 13 de junho de 2010

Comentário sobre o filme "A negação do Brasil"

Comentário sobre o Filme “A Negação do Brasil”

O filme é um documentário que mostra como as pessoas negras e afro-descendentes são representadas na sociedade. Vemos depoimentos de alguns atores já consagrados pelos seus trabalhos, mas enfrentaram muitas dificuldades para si inserirem no mundo artístico, normalmente dominado por pessoas brancas. E mesmo tendo seus talentos reconhecidos pelos diretores seus papeis na televisão eram restritos a trabalho domésticos só para agradar o público, raramente tendo um papel de destaque na televisão. É verdade que algumas imagens mostradas foram da década de 70, e muita coisa mudou nesses 40 anos, e que as pessoas negras e afro-descendentes estão mais presentes em outros setores da sociedade que antes não atuavam, mas a maioria ainda trabalha em serviços domésticos, segurança ou ocupam cargo de baixo escalão. Isso mostra que essas pessoas ainda vivem a serviço dos brancos, ou seja, subalterno a classe dominante já que a cor está relacionado ao poder aquisitivo, salva-se algumas exceções.
Portanto, é preciso que o negro e afro-descendente seja mais ativo na sociedade, que faça presente o seu poder cognitivo, ocupando cada vez mais cargos importantes nas repartições publicas e privadas para mostrar suas capacidades e igualdade que há séculos foi negado pela classe dominante.


Valmir de Jesus Moraes

segunda-feira, 24 de maio de 2010

ILHA DAS FLORES??


Analisando o vídeo, existe no mundo um certo ciclo cotidiando, no qual, despercebidamente, várias pessoas estão envolvidas.
A desigualdade social é algo tão presente na sociedade, onde muitos visam o lucro, ansiando pelo poder. Outros se contentam com tão pouco e ainda há os que se contentam com o resto.
Numa sociedade de forte punho consumista, deve-se atentar para esse desequilíbrio social e repensar a prática de consumo irracional, assumindo uma responsabilidade de produção e aquisição sustentável.

domingo, 23 de maio de 2010

ILHA DAS FLORES

O curta ilha das flores em imediato ao titulo penso em algo belo,como uma ilhar com diversas flores, mas quando assistimos nós deparamos com uma realidade totalmente diferente.O curta começa falando da evolução do ser humano e como tudo esta interligado, e como o ser humano e inteligente,mais ao fim do curta vem a decepção do que seja a ilha das flores,e um lixão habitados por crianças,mulheres e animais que são tratados de uma forma desumana, e que na realidade essa ilha mostra, que os porcos tem mais credibilidade do que os seres humanos e as pessoa tem que comer o que e impróprio para os porcos em um tempo estimado.e realmente triste em ver esse curta mais temos que admitir que isso faz parte da nossa realidade humana.

sexta-feira, 21 de maio de 2010

A recepção ao Ilha das flores

O curta metragem ilha das flores expõe algumas situações vividas pelo ser humano: abandono, fome, marginalização e invisibilidade.
No video fica claro que a liberdade e a autonomia andam em conjunto, pois já no título percebe-se o paradoxo, já que “flores” na sua função semântica rememora a beleza e aroma agradável especifico a plantas, entretanto as ligações imagéticas do video em nada lembram a beleza do sintagmatica do título e sim a ótica mas cruel das desigualdades de nossa sociedade.
Forte abraço,
Elque Santos.

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Lançando um olhar sobre o curta: Ilha das Flores!

No documentário Ilha das Flores, o que percebo é uma desencadeamento lógico de idéias. Uma coisa levando à outra que leva à outra e assim sucessivamente... Cada flash indica para a próxima ação, como se uma fosse conseqüência da outra, desenvolvimento da outra, como na realidade e na “lógica” do curta, era.



Cada elemento estilístico, incluindo a “voz em off” do narrador, que ao que parece, pelas discussões em sala, desagradou ou complicou o “entendimento” de alguns, foi muito bem estruturado e pensado, a meu ver.


Analisar apenas as imagens seria bom, contudo, com a voz auxiliando, as imagens ganharam um sentido que, talvez, não ganhassem, se não houvesse a tal voz, de algum modo, direcionando o caminho a ser percorrido e a produção de sentido desejada no enredo imagético.


Quanto ao que tenho a expressar no que diz respeito ao entendimento deste filme, que muito me agrada...


Vamos a uma possibilidade de leitura: as relações comercias são tão marcadas e evidentes, que seria impossível não citá-las. “Você vale o quanto tem”. Se você possui um “telencéfalo” altamente desenvolvido e um polegar opositor, você é um HOMEM, mas se você não possui dinheiro, para produzir, vender ou comprar tomates, ou ainda, se você não “possui um dono”, será tratado como quem nada tem, e como tudo em nosso país são filas, você está no final da fila, você é o lanterninha e está depois, bem depois dos porcos, que não possuem um telencéfalo altamente desenvolvido nem um polegar opositor, mas, têm dono. É isso que faz do porco um ser que fura a fila e passa na frente de quem não tem, supostamente, nada a oferecer para o nosso sistema “capitalista altamente desenvolvido” e, “excluidor”. Seria cômico se não fosse trágico! Isso para ser bem irônica.


“HOMEM PRIMATA, CAPITALISMO SELVAGEM!” Até onde vão a nossa ambição e desumanidade...


Beijos Vermelhos à tod@s,
 
Mileide Santos.